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sexta-feira, 27 de julho de 2012

A gente não quer só tirar a roupa e partir para o sexo. A gente quer carícia, beijo no pescoço, baixaria, puxada de cabelo, ousadia, proposta indecente. É isso: indecência. Amor e indecência. Não necessariamente nessa ordem. 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Esse post é uma dedicatória!
Mas descobri que não preciso brigar, falar o que penso, enfiar o dedo na cara,
 desejar o seu mal ou falar o quanto você é uma cretina para todo mundo.
Vou deixar a vida te ensinar. 
O que quero é que você vá para bem longe com sua felicidade falsa, 
seu coração vagabundo e sua inveja fantasiada de anjo.
Procurei palavras bonitas para te escrever. 
Vasculhei dicionários, gavetas e gramáticas,
 mas não encontrei nada que pudesse dar uma definição exata do meu sentimento por você.

"Adoro flores, apesar de saber que elas têm um ciclo: 
agradam, alegram, embelezam, murcham, morrem, são jogadas fora. 
Mantém o ambiente bonito por pouco tempo.
 E nós, perecíveis? 
Apesar do esforço botoxal, sei não. 
Somos perecíveis, apodrecemos com o tempo.
 Tenho pena - muita pena, friso bem - de gente que já nasceu podre.
 Sigo adorando flores do mesmo jeito que sigo adorando pessoas. 
Preciso aprender que certas pessoas não merecem destaque na nossa vida, 
em contrapartida as flores sempre merecerão o melhor lugar na nossa varanda. "
Sou uma mulher de gostos e versos. Um pouco ladra, eu diria. 
Roubo histórias, bordo palavras, costuro sonhos, desato pensamentos. 
Coisas de quem escreve, encare assim. 
Quem fica ao meu redor tem que entender que, vez em sempre, algo será tomado para e por mim, sem dó.
 Me aproprio indevidamente de vidas e falas.
 Não leve a mal se por ventura algum dia o seu sossego for passear junto comigo. 
E se por acaso a insônia se tornar a sua melhor amiga, admita que eu venci. 
Gosto de esfregar na cara do suposto adversário as minhas vitórias. 
Em certas ocasiões o mais digno é engolir tudo elegantemente.

sexta-feira, 25 de março de 2011


"Eu sou legal com quem é legal. Sem ponto e vírgula, sem espaço, sem 'mas'.
É bem simples."


quinta-feira, 24 de março de 2011

Com a maturidade (em outras palavras: com os parafusos aparafusados direitinho),
 a gente começa a perceber o que merece e o que não merece a nossa atenção.
 Isso vale para coisas, pessoas, idéias, sentimentos. 
Tem coisa que não vale um real.
 Outras tantas valem um milhão. 
Nossas dores e amores.

Chega de reclamar: abra o coração, a mente e descomplique!