Followers

Mostrando postagens com marcador Marcella Fernanda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marcella Fernanda. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Meu braço foi feito pra abraços, carinhos, cafunés,
 não pra dar a torcer, entenda.

Sou dona da verdade e dos pronomes possessivos. 
Tudo é meu, o que eu tenho, o que não tenho, o que já tive e não tenho mais.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Se amor não é o suficiente pra ele abrir mão de todas pra ficar do seu lado, também não é o suficiente pra você deixar ele ficar do seu lado do jeito que ele quiser.
 Direitos iguais !
E meu sorriso não tem dono, só motivos !

quarta-feira, 7 de março de 2012

Ás vezes a gente ama tanto uma pessoa, que vai embora pra que ela seja feliz. 
E esse é o motivo das minhas partidas,
 eu me amo demais.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Gosto de me sentir desejada, mas odeio quem conversa comigo olhando pros meus peitos. Odeio quem grita "Psiu" no meio da rua, as gracinhas masculinas, odeio esses idiotas que me fecham pra morder a boca enquanto eu passo. Não gosto que me subestimem ou limitem minha capacidade, gente que acha que eu posso ser bonita ou inteligente, nunca os dois. Odeio gente muito feliz, que não respeita a mau humor matinal do próximo e faz piadas no nível máximo e irritante de felicidade ás sete da manhã. Na verdade, odeio gente assim em qualquer horário. Detesto dar "Bom dia" e ser respondida com uma cara feia. Me tira do sério gente que tem necessidade de atenção, de gritar pro mundo o quanto é foda. E também gente que vive pra convencer o mundo de que é uma pessoa que não chega nem perto de ser. Me irrita gente que pergunta o que houve com a cara de preocupação mais forçada do mundo só pra matar a curiosidade sobre o que aconteceu e, não contente, ainda resolve distribuir clichês do tipo "Tudo passa, né", "O tempo é rei" ou "Deus sabe o que faz". Odeio quem senta do meu lado no ônibus e começa a contar a vida, ainda que eu esteja com fone de ouvido. Odeio não saber dizer não e ser simpática quando não devo. Me estressa gente que vem puxar assunto e deixa o assunto morrer depois do "Não tenho novidades". Não suporto treinar meses a melhor forma de ser fria e impenetrável, e depois sentir uma vontade ridícula e enorme de dar carinho, amor, declarações, que eu mesma me sinto sufocada. Aliás, detesto ter que me sufocar, pra não sufocar ninguém. Odeio gente otimista que insiste em me tirar o prazer de reclamar. Também odeio os pessimistas ou realistas ao extremo, que nunca acreditam nos meus sonhos e eu tenho milhares. Detesto gente que confunde as coisas, que me ouve falar sobre o cara que eu gosto e minutos depois tenta me beijar. Odeio verão, odeio inverno, odeio não ter uma estação preferida. Odeio um milhão de coisas, mas odeio principalmente, ainda assim, conseguir ser infinitamente amor.
Não sou covarde por ter me cansado de ser feita de idiota e ter ido embora. 
Covarde é quem faz alguém de idiota, por medo de encarar o que sente.